Parceira: Agência Parceira RGB Comunicação

10/03/2018

Enfermidades podem ter consequências reduzidas com aparelhos antes restritos a humanos

Com informações News Prime Comunicação

Foto: Divulgação

Em tempos em que os animais estão cada vez mais presentes no convívio familiar, lidar com problemas graves que podem levar à paralisia ou à amputação de membros pode trazer sofrimento não só aos pets, mas também aos seus donos.

Como os humanos, os cães podem ser vítimas de doenças ou acidentes que, dependendo da gravidade, podem interromper algumas atividades, levando-os a uma vida de total dependência de seus tutores.

Mas com o avanço da medicina e a dedicação de profissionais da área veterinária, a maioria dessas enfermidades pode ser minimizada com a utilização de tecnologias que, até pouco tempo, eram restritas aos humanos. Estamos falando das órteses e próteses, que auxiliam na mobilidade dos cães, promovendo uma vida mais saudável.

As órteses são aparelhos cujo objetivo é suprir ou corrigir a alteração morfológica de um órgão, um membro ou um segmento de um membro, e até a deficiência de uma função. Já as próteses são destinadas à substituição de órgãos, de um membro ou parte do membro destruído ou gravemente acometido.

Em formato de tala e composto por materiais como neoprene e termoplásticos, as órteses são desenvolvidas para oferecer o máximo de conforto e mobilidade, tanto para as patas dianteiras quanto para as traseiras. Os equipamentos são ajustados com tiras de velcro e estão disponíveis comercialmente de acordo com tamanho, do Micro ao GGG, ou podem ser confeccionados sob medida.

No caso das próteses, tanto para os membros torácicos quanto para os pélvicos, o equipamento pode aumentar a autonomia, melhorando a qualidade de vida e o conforto, além de manter a coluna do animal alinhada.

Stella Sakata, médica veterinária especialista em fisiatria e fisioterapia para animais de pequeno porte, explica que é essencial que o processo de reeducação para a caminhada e o retorno à vida normal seja acompanhado por um profissional. “É muito importante a fase de adaptação ao aparelho, pois o animal precisa adquirir a consciência corporal nesta nova etapa. E isso é feito através de exercícios dirigidos de acordo com o membro afetado”.