Parceira: Agência Parceira RGB Comunicação

07/08/2017

Empresas que compõem projeto Pet Brasil, porém, tiveram alta de 13,7% no período

Da redação, com informações assessoria imprensa Abinpet

Foto: Apex-Brasil

Nos cinco primeiros meses deste ano, as exportações brasileiras de produtos pet caíram 5% em relação ao mesmo período do ano passado. É o que apontam dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). O levantamento inclui alimentação, produtos de higiene e limpeza, medicamentos e animais vivos.

De janeiro a maio, foram vendidos para o exterior US$ 81,9 milhões, contra 86,3 milhões nos cinco primeiros meses de 2016. Apesar disso, os valores relacionados exclusivamente às empresas que fazem parte do projeto Pet Brasil, uma iniciativa da Abinpet e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) cresceram 13,7%, passando de US$ 20,4 milhões para US$ 23,2 milhões. De acordo com a Abinpet, o projeto foi desenvolvido para divulgar, no mercado externo, o potencial da indústria nacional e orientar empresas que queiram exportar.

Ainda segundo a associação, a queda nas exportações nos últimos anos é reflexo da crise econômica que o Brasil atravessa. Durante todo o ano passado, os embarques somaram US$ 236,3 milhões, o menor índice dos últimos seis anos e 33% mais baixo na comparação com 2015, quando foram exportados US$ 351,4 milhões. 

Nas importações de pet food para cães e gatos, o quadro é mais estável. Em 2016, o País importou 1,6% a mais que em 2015, passando de US$ 6,6 milhões para US$ 6,7 milhões.

Mesmo com a instabilidade econômica, o Brasil ocupa a terceira posição no mercado mundial de produtos para pets, respondendo por uma fatia de 5,14% de um total de US$ 105,3 bilhões faturados em 2016. Os Estados Unidos lideram a lista, com 42,2%, seguidos por Reino Unido, com 5,8%. Alemanha (5,09%), Japão (4,9%), França (4,7%), Itália (3,2%), Austrália (2,6%), Canadá (2,43%) e Rússia (2,36%) vêm logo após o Brasil.